IoT · Internet das coisas
Seus equipamentos avisam antes de quebrar.
Sensores conectados nos seus equipamentos: combustível, temperatura, vibração, energia. Os dados chegam sozinhos. E os alertas, antes do problema. É assim que 220 km do aqueduto do Chaco são monitorados.
É técnico? Ative o modo nerd no menu.
O que medimos
Combustível: consumo, níveis e alertas dos seus geradores, em tempo real. Você sabe quanto tem, quanto se usa e quanto falta.
Cadeia de frio: temperatura e rastreabilidade constantes para produtos sensíveis. A evidência que as normas exigem, gerada sozinha.
Ativos críticos: sensores em máquinas e equipamentos para manutenção preditiva. A falha se anuncia antes de acontecer.
Os primeiros sensores ficam reportando em 4 semanas ou menos.
Controle a distância
Você não só observa: opera. Válvulas, bombas e sistemas são comandados de uma plataforma central, sem mandar ninguém ao local.
Como trabalhamos
Um sensor que mede errado é pior que nenhum: dá uma confiança falsa.
Por isso começamos pequeno: os primeiros sensores são instalados, calibrados e comparados com medições reais antes de ampliar.
A proposta lista cada etapa: levantamento, instalação, calibração e plataforma no ar. Compare qualquer orçamento com essa lista.
Casos de sucesso
Os sensores e válvulas do aqueduto do Chaco são monitorados e controlados ao longo de 220 km. A automação foi construída por nós, de Puerto Casado a Loma Plata.